A Cetesb investiga a presença de microalgas como uma das possíveis causas do mau cheiro e do gosto alterado na água relatados por moradores de cidades da região.
Uma nova coleta realizada no Rio Jaguari, em Cosmópolis, apontou condições consideradas normais de temperatura e oxigênio, além de pequena quantidade de microalgas. Segundo a companhia ambiental, ainda não há uma conclusão definitiva sobre a origem do problema.
As reclamações vêm sendo registradas desde o feriado de Tiradentes em cidades como Limeira, Hortolândia, Paulínia, Monte Mor e Artur Nogueira. Moradores relatam odor forte, gosto ruim e dificuldade para consumir a água mesmo após filtragem.
A Sabesp informou que os testes feitos até agora não identificaram irregularidades na qualidade da água distribuída e que o abastecimento segue dentro dos parâmetros do Ministério da Saúde. A empresa também afirma ter adotado tratamento com carvão ativado para reduzir a percepção de cheiro e gosto.
Já a BRK Ambiental declarou que realiza centenas de análises por dia e que não foram encontradas anomalias. A concessionária também afirma que mudanças recentes nas fontes de captação ajudaram a reduzir as reclamações.
Com isso, a Cetesb deve ampliar os testes em outros pontos do Rio Jaguari para tentar identificar a causa da alteração percebida pelos moradores.
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